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Quem Somos?


Dança Movimento Contínuo é um coletivo formado a partir do programa para Valorização de Iniciativas Culturais - Vai 2010/2011 - composto por Dançarinos (as) de Breaking, Afro, samba, arte-educadores e capoeiristas que já integram grupos, posses, CIAs de Dança, unindo-se assim com o intuito de pesquisar danças de matriz negra propondo novas formas estéticas e políticas de criar arte.



Muita dança em 2011

Força, Resistência e muita Negritude, é o que virá conosco esse ano aguardem nossa agenda, em breve atividades!
Axé e paz

Última apresentação em 2010!

Dia 14 de dezembro, Espetáculo Licença na Ação Educativa com Lançamento do livro: Dança Movimento Contínuo.
Oportunidade pra quem não viu: " Nos tempos da São Bento", abrindo nosso evento, ambos com produçao da Posse Suatitude
À partir das 19h.
Apareçam com aquele Axé pra abrilhantar nossa noite com poesia na escrita, na tela e na dança.
Valeu!!!!!!!!

"POESIA, ATABAQUE E MANDINGA" - Abertura do Festival "Consciência em Poesia"

Editando uma roda no chão carioca, a Edições Toró vem com a Poesia das ladeiras de Akins Kinte e de Allan da Rosa, com a dança de rua mesclada ao giros d´Afro de Mateus Subverso e do B-Boy Jeff, mais a geometria da percussão de Márcio Nêgo Folha.

Vamo nóis, por ventos que vem de longe no tempo, com as urgências e reflexões do hoje, do nosso sol. Vamo com uma pitadinha de teatro, tocando nossa flauta, nossa calimba e jogando nossa angola.

Cola no no sítio da Toró, o www.edicoestoro.net, onde tu podes ver um trecho dessa apresentação. Ali no sítio também giram as águas dos livros, dos programas de rádio-literatura, entrevistas, vídeos e pesquisas de quem pratica os estudos nas praias paulistanas, na literatura periférica e na africania da educação e da transmissão do saber.

Convidando de verdade e agradecidos pela atenção,

Edições Toró.

http://www.edicoestoro.net/videos/poesia-atabaque-e-mandinga.html

http://www.iteia.org.br/jornal/oi-futuro-oferece-programacao-especial-em-homenagem-ao-mes-da-consciencia-negra
O maculelê e a capoeira angola foram trabalhados e praticados na coreografia por caracterizar-se como de matriz afro brasileira mais aproximados das danças urbanas, no caso, o breaking.
A capoeira angola, o Maculelê e a dança de rua b.boyng apresentam-se como danças combativas desenvolvidas em contextos históricos específicos, no entanto, reivindicando as mesmas indagações de outrora, onde o grito ecoa por libertação do arcaico sistema de opressão.